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Não me abandone jamais: joias da Netflix

Por: Gabriela Coiradas

16 de Março de 2018

Eu acho que todos concordam com esta afirmativa: existem mais filmes na Netflix do que os nossos olhos conseguem assistir. Não é raro gastarmos mais tempo buscando algo para ver do que vendo, de fato.

E mais difícil ainda: saber o que pode ser uma boa opção em meio a tantos filmes e séries desconhecidos ao grande público.

Por isso, às vezes, eu trarei para vocês pequenas pérolas que encontro nos meus mergulhos no on demand (afinal, a Amazon Prime já me pegou também), assim vocês podem construir o colarzinho de filmes pouco conhecidos e ótimos. Então, vamos falar de Não me Abandone Jamais.

De onde saiu?

O filme é um roteiro adaptado de livro (mas não posso falar sobre isso por motivos de: não li a obra de Kazuo Ishiguro ainda), que chegou às telas em 2010, pelas mãos do diretor inglês Mark Romanek. O roteiro é inicialmente simples, mas vai cativando o espectador a cada elemento que é adicionado e explorado na trama. 

Tem umas caras conhecidas?

Certamente vocês conhecem alguns rostinhos presentes no longa.

Keira Knightley foi indicada ao Oscar por Orgulho e Preconceito e, claro, lembramos bem dela em Piratas do Caribe.

E especialmente este ano, conhecemos Sally Hawkins também, por sua incrível atuação em A forma da água. Já dá uma motivada, né?

Mas fala de quê?

Essa é uma pergunta que te persegue por um bom pedaço do filme. Sabe aqueles longas que jogam a história  esperando que o espectador já saiba o que acontece naquele universo? Não me Abandone Jamais é desses.

Tudo começa em um orfanato, que parece exercer funções além de abrigar crianças sem família.

A base do enredo parece ser as relações entre o triangulo de personagens principais, mas acreditem, vai bastante além disso. Não vou comentar mais para não estragar a experiência de vocês com o desenvolvimento do filme, mas preparem-se para alguns tapinhas na cara.

Devo assistir por quê?

O filme nos leva a muitas, mas muitas reflexões sobre os laços e relacionamentos humanos. E mais ainda: sobre como seria a nossa vida, se ela efetivamente não tivesse propósito. Nesta distopia (ahá!), é disso que se trata. Sim, vou deixar vocês curiosos.

Não vá esperando um blockbuster, vá de coração aberto para entrar no âmago da história. Abra os olhos para o subjetivo!

Inclusive, venham aqui nos comentários e me contem o que acharam de Não me Abandone Jamais. Gostaram? Alguma teoria sobre ele e o contexto em que a história acontece? Fala aí!

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